Fraternidade Sacerdotal dos missionários de São Carlos Borromeu - A fecundidade do carisma

Fraternidade Sacerdotal dos missionários de São Carlos Borromeu

Em setembro de 1985 padre Massimo Camisasca, com o apoio de Dom Luigi Giussani, funda a Fraternidade sacerdotal dos missionários de São Carlos Borromeu (FSCB). Os jovens sacerdotes que aderem a esta realidade desejam ajudar-se reciprocamente nas suas vocações e assim responder ao convite que João Paulo II fez ao Movimento de Comunhão e Libertação (CL), a propósito dos trinta anos do seu reconhecimento (em 29 de setembro de 1984): «Andar por todo o mundo e levar a verdade, a beleza e a paz, que se encontram em Cristo Redentor». A Fraternidade São Carlos foi reconhecida, em 1989, como uma Sociedade de Vida Apostólica de direito diocesano pelo cardinal Ugo Poletti. Em 1999, o papa João Paulo II, reconhece a Fraternidade São Carlos como um Instituto de direito pontifical.

Em 29 de setembro de 2012, o papa Bento XVI nomeia padre Massimo Camisasca bispo da diocese de Reggio Emilia-Guastalla. A consagração episcopal dá-se no dia 7 de dezembro de 2012. No dia 1º de fevereiro do ano seguinte, a assembleia geral da Fraternidade procede à eleição de padre Paolo Sottopietra como novo superior geral.

«Fraternidade» e «missão» são as palavras fulcrais desta jovem comunidade: servir aos homens com a disponibilidade de ir aonde seja reconhecida uma necessidade da Igreja e a vida do Movimento peça a presença dos nossos sacerdotes. Estes querem levar, por todo o mundo, a experiência de CL «mediante uma energia missionária sacerdotal», como afirmou o fundador da Fraternidade. Desejam uma comunhão que seja uma ajuda reciproca e, ao mesmo tempo, um método de presença missionária nos vários ambientes: paróquias, escolas, universidades.

Os sacerdotes da Fraternidade são Carlos vivem em casas que querem ser para todos os homens um sinal da companhia de Cristo e uma ocasião para que Ele seja reconhecido segundo o carisma de Dom Luigi Giussani. Deste carisma os padres da Fraternidade desejam ser continuamente educados, para que possam viver as suas vocações sacerdotais para toda a Igreja e por toda a vida.

No ano de 2005 teve início a experiência das Missionárias de São Carlos Borromeu (MSCB). O novo Instituto feminino reconhece-se como uma única realidade missionária com toda a Fraternidade São Carlos e foi reconhecido como uma Associação de fiéis pelo bispo de Porto-Santa Rufina, Dom Gino Reali, em 25 de março de 2007.


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